Sentir-se agradecido faz bem à alma, e ao corpo também, diz ciência

Desde tenra idade, somos educados para agradecer. É um comportamento social que reflete reconhecimento para com o próximo e faz de quem agradece uma pessoa bem educada e que dá valor aos outros.

Mas a questão do agradecimento é mais vasta do que isto, o que lhe valeu ser merecedora de vários estudos por parte de investigadores de diversas instituições.

Os estudos provam que “ser agradecido tem benefícios a curto e médio prazo em quem o experimenta”.

A curto prazo, aponta-se o bem estar que advêm deste comportamento social e cultural. Já a médio e longo prazo, há mais que se lhe diga.

É descrito que este simples comportamento é suficiente para tornar os indivíduos mais resistentes a inflamações e problemas cardíacos.

Além de melhorar a qualidade do sono, reduzir o stress e ansiedade, aumentar a satisfação vital e até a vontade de praticar exercício físico.

Este conjunto de vantagens é ainda mais evidente quanto mais os indivíduos refletirem sobre aquilo por que estão agradecidos.

As pesquisas apontam os autores dos referidos estudos baseados na comparação de indivíduos distinguidos após analise psicológica.

O psicológico é realmente poderoso e há uma explicação científica para tal.

Através de ressonância magnética, um grupo de neurocientistas da Universidade da Califórnia garantiu que a sensação de gratitude ativa zonas do cérebro (no córtex pré-frontal).

Clique na seta amarela abaixo, após a publicidade, para continuar lendo.

PRÓXIMA PÁGINA
1 / 2

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *