Resumo de “O Tempo Não Para” Capítulo de Quinta-Feira, 11 de outubro, Samuca e Waleska se beijam.

O Tempo Não Para é uma produção da Rede Globo de Televisão e é apresentada de segunda à sábado na faixa horária das 19hs.

O resumo é fonte da própria emissora e pode ser alterado segundo exigência e necessidade dos diretores.

Capítulo 63 – Quinta-feira, 11 de outubro

Marocas repreende Samuca por ter ido à casa de Barão. Comovida com a reação de Dom Sabino, Carmen ajuda a família despejada.

Amadeu fica contente com a notícia de que Monalisa tem plenas condições de gerar um filho. Pedro Parede divulga uma matéria acusando Zelda de plágio e reconhecendo Marocas como a criadora dos modelos.

Bento inicia sessões de psicanálise com Helen. Elmo demite o chef de cozinha do restaurante da Samvita e é ameaçado por Emílio. Cecílio conta a Eliseu que é filho de Dom Sabino.

Elmo pede ajuda a Damásia para fazer a comida do restaurante. Agustina avisa a Marocas que os destroços do Albatroz foram encontrados. Samuca e Waleska se beijam.

A novela O Tempo Não Para substitui Deus Salve O Rei no horário das 19h.
A trama traz um pouco do universo cinematográfico da década de 80.

No caso, a premissa de viagem no tempo. Mas no texto de Mário Teixeira, não teremos um carro futurista que levará os protagonistas para o futuro.

Mas sim, um bloco de gelo, que levará os personagens principais da trama para o futuro.

Portanto, a família Sabino e seus agregados irão ficar congelados durante 132 anos, acordando em 2018.

Porém, os congelados são apenas um detalhe no folhetim. Ademais, o texto de Teixeira tem os ingredientes clássicos de um folhetim de sucesso:

A mocinha, o mocinho, a vilã, e as agruras do nosso tempo. Consequentemente, o projeto tem tudo para agradar a gregos e troianos.

A história de O Tempo Não Para

A novela tem seu início em 1886, quando é apresentada a família Sabino Machado.

Eles vivem em São Paulo e após um incidente decide embarcar para a Europa.
A viagem é feita envolvendo em um dos mais seguros navios da época, o Albatroz.

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