O medo do abandono: o que fazer se tememos que nosso parceiro nos deixe

O medo do abandono é forjado na infância e expressado na idade adulta. O medo que nosso parceiro nos deixe é sinônimo de dependência emocional e insegurança. Mas você pode lutar contra isso!

Você sabia que uma das razões pelas quais não expressamos nossos sentimentos ou pensamentos é por causa do medo do abandono? Nem nos atrevemos a falar de algo que possa aborrecer o outro, para evitar razões que possam provocar o término do relacionamento.

Esse medo pode estar relacionado com uma situação traumática de nossa infância ou adolescência, ou por ter sido abandonado por um ex-parceiro. Em qualquer caso, é muito importante trabalhar nisso para poder se sentir liberado e seguro.

 

O medo do abandono: quando e como aparece

A dependência emocional é uma grande corrente que nos prende à outra pessoa; na maioria dos casos a um parceiro. E por essa razão sentimos medo de que nos deixe, que se esqueça de nós; porque sentimos que sem a sua presença não seremos felizes, estaremos vazios, e não haverá motivos para sorrir.

Nos fizeram acreditar que chegamos ao mundo incompletos, e que só poderíamos nos sentirmos satisfeitos no momento em que encontramos “nossa outra metade”. Mas esse mito romântico é uma mentira completa. Não precisamos de ninguém para ser feliz, para nos sentirmos bonitos, ou para aproveitar a vida.

O medo do abandono geralmente começa na infância, quando nossas mães são muito agarradas a nós. É verdade que o vínculo com os filhos é inabalável, puro e completo, mas também pode gerar dependência nas crianças. E o pior de tudo é que fica gravado pelo resto de sua existência.

Os bebês frequentemente se sentem ansiosos ou tristes quando as mães se afastam deles. Isso é normal, já que elas representam a segurança e o bem-estar. Assim que retornam, as crianças sorriem e se sentem confortáveis ​​novamente.

 

O medo do abandono: sinais

Mas, “enquanto isso”, os bebês acreditam que estão desprotegidos, com fome, e necessitados. Eles não foram ensinados a serem autossuficientes e independentes, de modo que o apego que parece tão belo é prejudicial à sua personalidade.

Por quê? Porque logo que essa criança cresce e se torna um adulto, precisa da atenção de outra pessoa, o que provavelmente é um parceiro.

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