Feto é retirado de útero para cirurgia rara e devolvido para o restante da gestação

Quando passa por exame de ultrassom de 20 semanas, Bethan Simpson, de 25 anos, recebeu uma notícia difícil: o bebê que a britânica carrega no ventre não estava apresentando o desenvolvimento esperado.

Bethan foi levada, então, ao Broomfield Hospital, em Essex (Inglaterra), onde foram realizados exames complementares e foi constatado que o feto sofria de espinha bífida (ou, espinha bifurcada, uma malformação congênita caracterizada por um fechamento incompleto do tubo neural.

Algumas vértebras que recobrem a medula espinhal não são totalmente formadas, permanecendo abertas e sem se fundirem).

A britânica e o marido receberam três opções: pôr fim à gravidez, continuar com ela ou realizar uma cirurgia. Ficaram com a terceira.

Na 24ª semana de gestação, o médico abriu o útero de Bethan, operou a espinha do feto – de uma menina – e o devolveu ao ventre materno.

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