Entenda o que fazer ao invés de solicitar que seus filhos peçam desculpa

Quando visitei diferentes pré-escolas para a minha filha, visitei uma onde observei as crianças brincando no parquinho.

Enquanto subia a escada do escorregador, um menino pisou acidentalmente no dedo de uma menina e ela começou a chorar. O que aconteceu depois me deixou espantada.

O menino, que tinha 3 anos, foi até a menina, olhou nos olhos dela e perguntou: “Você está bem? Posso te trazer uma toalha?”

Ela limpou suas lágrimas, balançou negativamente a cabeça e os dois voltaram a brincar.

Eu olhei para a diretora da pré-escola, tipo, ah, o que foi aquilo?

“Nós não fazemos as crianças pedirem desculpas”, ela explicou. “A palavra não significa muita coisa sem uma ação para ajudar a melhorar as coisas.”

A diferença foi tão grande em relação ao que eu estou acostumada a ver entre os pais, que tendem a forçar desculpas das crianças por qualquer trombada, batida e queda acidental de uma obra de Lego recém-montada.

Normalmente, eles dão um olhar bravo e perguntam: “Como é que se diz?” Então, quando a criança murmura um “desculpe” robótico, está tudo bem!

Boas maneiras! Estamos ensinando a eles!

Não diga para seus filhos pedirem desculpas

Mas esta abordagem é, na maioria das vezes, insignificante, escreve Heather Shumaker em seu livro “It’s OK Not to Share and Other Renegade Rules for Raising Competent and Compassionate Kids”.

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