Empregada doméstica constrói uma linda casa e o interior dela é magnífico: veja

História de Dalvina Ramos, 74 anos, é parecida com a história de muitos brasileiros.

Ela saiu ainda jovem do interior da Bahia com os pais e os 14 irmãos. Sem escolaridade, Dalvina trabalhou duro ao longo de toda a sua vida.

Mas com muito esforço e suor, ela conseguiu juntar uma poupança. E este dinheiro guardado transformou sua vida para sempre.

Quando Dalvina se mudou para o sudeste na década de 1960, seu primeiro destino foi Garça, no interior de São Paulo, onde uma tia morava.

Logo depois de chegar, ela conseguiu um emprego numa plantação. Porém, mais tarde Dalvina foi contratada como doméstica por uma família.

Quando os patrões se mudaram para a capital um ano depois, Dalvina foi junto.

Ela e seu filho residiram num quartinho no emprego dela por mais de uma década.

Até que a doméstica conseguiu juntar dinheiro suficiente para comprar uma casinha simples no final dos anos 1980.

alegria. Finalmente Dalvina e seu único filho, Marcelo Borges, poderiam ter um cantinho próprio.

Mas um dia, em 2013, uma chuva forte quase causou um grave acidente: parte do teto da casa despencou.

Por sorte, Dalvina estava no banheiro na hora em que a estrutura na área do quarto ruiu. “Ouvi um barulhão.

Quando cheguei no quarto, aquele cenário, uma fumaça. Os pedaços de concreto estavam em cima da cama.

Demorou um tempo pra ficha cair que tudo aquilo poderia ter ido em cima de mim”, relembra Dalvina.

Esse momento foi a gota d’água. Dalvina sabia que a casa, velha e frágil, precisava de uma reforma urgente. Este era o estado do imóvel:

Na vizinhança, o costume é contratar um vizinho que seja pedreiro para fazer os reparos.

Entretanto, o filho decretou que o susto foi grande demais para arriscar a vida da mãe outra vez.

E então ele saiu atrás de um escritório de arquitetura que topasse fazer a obra nesta casinha simples, num bairro pobre, e com orçamento limitado.

Quando Marcelo bateu à porta da empresa Terra e Tuma, eles aceitaram o desafio.

Dalvina tinha na poupança R$150 mil, acumulados ao longo de uma vida inteira de trabalho.

Ela não podia gastar nem um centavo além disso. Os arquitetos entenderam as condições e iniciaram a reforma poucos meses depois.

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