Como curar e fortalecer sua tireoide apenas com alimentos – uma maneira simples, barata e natural!

A glândula tireoide tem grande importância para a nossa saúde.

Se ela não funcionar bem, o organismo ficará bastante perturbado.

A tireoide produz hormônios essenciais para que tenhamos energia e disposição.

Esses hormônios são responsáveis ​​por controlar o ritmo de muitas atividades realizadas pelo organismo.

Entre essas atividades, estão a velocidade de queima de calorias e os batimentos do coração.

As doenças que atingem a tireoide afetam milhões de pessoas no mundo.

No Brasil, cerca de 15% da população sofre com problemas nessa glândula, sendo uma das doenças que mais atinge os brasileiros, principalmente as mulheres, de acordo com o censo do IBGE.

A alimentação desempenha papel fundamental para a prevenção e o combate de problemas na tireoide.

A principal causa de problemas na tireoide é o iodo.

Às vezes é por falta desse nutriente, outras vezes por excesso

Quando é por falta de iodo, temos o hipotireoidismo.

E o excesso, o hipertireoidismo ou, o que é pior, tumor.

A melhor forma de obter iodo natural (de boa qualidade) e sem exagero é pelo consumo de frutos do mar, verduras escuras e frutas.

Agora você vai saber quais os melhores alimentos para a tireoide:

1. Peixe

Crie o hábito de comer peixe, principalmente de águas frias e profundas do oceano.

Além de ricos em ácidos graxos ômega-3, são excelentes fontes de iodo, fundamental para o funcionamento da glândula tireoide, bem como de minerais como selênio e magnésio.

Atenção!

O mercúrio pode ser encontrado em níveis elevados em alguns tipos de peixe, como o peixe-espada, o atum e o espadarte (peixes de água profunda).

A Food Standards Agency do Reino Unido aconselhou as mulheres grávidas e as crianças a não consumir esses tipos de peixe, pois o mercúrio pode danificar o sistema nervoso do feto e aumentar o risco de envenenamento em crianças pequenas.

Os peixes com maior teor de mercúrio são o cação, o peixe-espada (branco e preto), o espadarte e o atum.

Os peixes grandes e predadores de águas profundas são mais ricos em mercúrio do que os peixes pequenos.

Por isso, é bom evitar os peixes anteriormente citados (não comer mais de duas vezes por semana) e o fígado de todos os peixes, bem como preferir os peixes pequenos. Esta regra é válida sobretudo para as mulheres grávidas.

2. Alimentos ricos em iodo

O iodo é necessário, em pequenas quantidades, para a função da glândula tireoide, assim como para o metabolismo das gorduras, produção de hormônios sexuais e uma série de processos bioquímicos.

Cãibras musculares, dores de cabeça, depressão, pés frios, mãos geladas e ganho de peso podem ser sinal de deficiência dessa substância.

Deficiências de iodo podem aumentar a suscetibilidade para doença de mama e pólio.

Alguns alimentos ricos em iodo:

frutos do mar

algas marinhas

sal integral

caldo de peixe caseiro

abacaxi

alcachofra

aspargos

verduras de coloração mais escura.

Para que possa ser utilizado pelo organismo, o iodo requer níveis adequados de vitamina A.

O iodo em excesso pode ser tóxico para o organismo, por isso não se recomenda o consumo excessivo de algas ou de sal iodado (o sal comum, que a maioria dos brasileiros consome.

Considerações sobre as algas

Quanto às algas marinhas, embora elas sejam ricas em iodo e uma série de outros minerais, seu consumo excessivo pode causar intoxicação pelo próprio iodo.

Além disso, algumas pessoas não têm a enzima capaz de digerir o carboidrato complexo presente nas algas e muitas algas comerciais são tratadas com pesticidas e fungicidas durante o processo de secagem e armazenamento, razão pela qual é importante se conhecer os métodos utilizados pelo fabricante da alga.

Por fim, recomenda-se deixar as algas in natura de molho por um período de 6 horas, a fim de facilitar a digestão.

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