Amor não se mendiga, amizade não se cobra, carinho não se pede

Carinho não precisaria ser solicitado mas sim espontâneo, verdadeiro, necessário em quem oferta, por vezes quanto em quem recebe.

Carinho não somente se trata de toque, porque a gente se sente amado principalmente pelas atitudes do outro, pela forma como ele nos faz estar, mesmo de longe.

Ter que ficar exigindo palavras, gestos, postura ter que lembrar nossa existência a alguém é por muito humilhante. Ninguém merece.

Amor que se mendiga é tudo, menos amor. É o contrário de amor, é o que contraria o amor em si.

Sentimentos vêm de dentro e transpiram por todos os poros, materializando-se no encontro que transforma, no calor que motiva, na certeza que acalma, no abraço que reinicia.

O amor precisa se expandir, precisa ser expresso, dito, ouvido, vivido, sem melindres, sem rodeios. Se houver carência de um ou de outro lado, não há reciprocidade e, então, amor nem tem.

Nossa sobrevivência em muito dependerá do discernimento entre o que é luta digna e o que nada mais é do que insistência servil.

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